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Archive for May, 2011

#CCC #ProfJessicaSombra – #Coaching com #Café – Dia 3

Pedimos perdão pela ausência de post, ontem. Tal questão foi inviabilizada pelo fato de termos passado o dia inteiro na estrada, a caminho da cidade de Araraquara/SP. Assim, o projeto “Coaching com Café”, da Prof. Jessica Sombra, terá continuidade a partir daqui.

11 – Aprender a trabalhar em equipe

O Prof. Hilsdorf faz a excelente observação de que uma verdadeira equipe trabalha por meio da cooperação e interdependência entre seus membros, a fim de que o resultado maior seja atingido. É fato que, não raramente, nosso trabalho demanda que nos relacionemos com pessoas de quem não gostamos ou com quem não temos o mínimo de afinidade. Eis, justamente, o desafio de se trabalhar em equipe: lograr êxito, por meio da competência, profissionalismo, comprometimento, disciplina, independente de qualquer afinidade com os demais membros da staff. Nas palavras do Prof. Hilsdorf, “jogadores geniais ganham jogos, ao passo que verdadeiras equipes ganham campeonatos”. Considerando que ser bem sucedido é um esporte, que tal começarmos a praticar agora mesmo?

12 – Exercer a tolerância

Há um paradoxo na vida que trata exatamente do fato de que, por sermos seres gregários, necessitamos da compreensão dos demais. E o entendimento daqueles de quem mais precisamos é, justamente, o que menos temos. Mister se faz ser tolerante consigo e com o próximo. É dessa forma que a coexistência é efetivada, respeitando-se as diferenças de cada qual. Felizes são os dizeres do Prof. Hilsdorf ao asseverar que “a tolerância é o exercício simultâneo do amor, da humildade e da paciência”. Quem disse que é impossível fazer tudo isso de uma só vez?

13 – Aprender a cooperar

Os bons resultados obtidos através do cooperativismo só corroboram nossa tese de que unir esforços em prol de um objeto comum continua sendo das estratégias mais válidas. O sentimento de cooperação, como todos os pontos aqui discutidos, também carece de prática. Cooperar é utilizar as dificuldades como degraus para o melhoramento, é não permitir que, aquilo que separa a equipe, destrua o que a une.

14 – Demonstrar esforço extra

Ser bom é querer sempre ser melhor ainda, é trabalhar no esforço adicionar, superar a si mesmo, surpreender com uma dedicação que, até o momento, parecia ter-se esgotado. Quando todas as pessoas “comuns” se cansarem, é que começaremos a trabalhar de verdade!

15 – Aprender com as críticas

Não importa se a crítica é construtiva ou destrutiva. Nossa missão é aprender com ambas. Mesmo as mais duras observações podem comportar um fundo de verdade. Estejamos, pois, atentos a tudo o que nos é dito. A peneira do bom senso será suficiente para filtramos aquilo que servirá de aprendizado. Por mais negativo que seja, no fim das contas, continua sendo uma espécie de feedback. Seja grato da mesma forma! Assim se comportam os campeões!

Foto: Prof. Lucilene Cury, de Comunicação Social, da USP e Prof. Jessica Sombra.

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#CCC #ProfJessicaSombra – #Coaching com #Café – Dia 2

Daremos continuidade ao nosso projeto ao qual denominamos “Coaching com Café”, baseado em princípios do Prof. Hilsdorf, da rede Starbucks, com estudos que esta que vos escreve tem empreendido com estudantes estadunidenses de Business, na Fundação Getúlio Vargas, São Paulo/SP.

6 – Desenvolver a autoconfiança

Há quem confunda autoconfiança com arrogância e/ou prepotência, sobretudo, quando é sabotado por si mesmo, através de uma baixa autoestima, julgado as atitudes dos demais. Bons resultados, invariavelmente, nos deixam mais suscetíveis a confiar no nosso potencial. É justamente esse o caminho: sucesso = autoconfiança, apesar da impressão de que é o contrário. São as pequenas vitórias cotidianas que nos preparam para as gloriosas. Nunca subestime os êxitos do dia a dia, haja vista que eles preparam o terreno para aquilo que ninguém acreditou que você conseguiria. Eu acredito em você. Eu acredito em mim. Você acredita em você?

7 – Tomar a iniciativa

No dizer do Prof. Hilsdorf, “iniciativa é a atitude de visualizar o que precisa ser feito e fazê-lo, sem que seja necessário receber qualquer solicitação para isso. Pessoas de iniciativa são automotivadas e proativas”. Numa linguagem bastante simplória: companhias, escritórios etc. não estão selecionando profissionais que ficam a espera de ordens, solicitações, requerimentos quando há a possibilidade de antecipar-se, sempre tendo em mente as tendências e o modus operandi da coisa. A iniciativa e o comprometido andam de mãos dadas. Iniciativa é começar, dar continuidade e terminar aquilo que deve ser feito, com responsabilidade. Como sempre costumamos dizer e até mesmo foi utilizado pelo Prof. Hilsdorf: pode ser que não possamos controlar o vento, mas é certo que podemos ajustar as velas do barco. Vamos começar?

8 – Praticar a persistência

Começar, dentre as fases de um projeto, por vezes, parece a mais fácil. Concluir aquilo que se dispôs a fazer, canalizando esforços, insistindo e buscando o resultado é o que chamamos de persistência. A teimosia difere de ser persistente no sentido de que o teimoso é incapaz de enxergar objetivamente o seu alvo enquanto que, o persistente conhece o caminho e dá tudo de si para lograr o êxito almejado. Persistência é algo que não combina com imediatismo. Em verdade, o imediatismo é algo desesperador! O Prof. Hilsdorf assevera que “persistência é a capacidade de continuar onde os outros desistem”. Sem persistência, os nossos passos estão fadados a resvalar. Força!

9 – Ser proativo

Ser proativo é ter a sensibilidade para captar aquilo que precisa ser feito, assumindo os riscos da atividade com total comprometimento. Diz o Prof. Hilsdorf que, “o profissional proativo age para modificar as circunstâncias, independentemente de elas serem ou não originadas por ele”. Vale ressaltar o trecho musical: “quem sabe, faz a hora. Não espera acontecer”. O reativo apenas assiste o desenrolar das ações. O proativo, por seu turno, chega primeiro e faz, com louvor, não só aquilo que era preciso mas obtendo os melhores resultados.

10 – Demonstrar comprometimento

Compromisso difere de comprometimento. O comprometimento tem muito mais que ver com estado de espírito, sentimento de dedicação e amor por aquilo que está sendo feito que propriamente um compromisso, uma obrigação, um dever. É certo dizer que, aqueles que são comprometidos não só conseguem atingir o alvo como acabam por superar-se. Nada pode ser mais benéfico na carreira que trabalhar com entusiasmo. É o comprometimento que deixa a sua marca. É o comprometimento que faz história.

 

Foto: Prof. Jessica Sombra

#CCC #ProfJessicaSombra – #Coaching com #Café – Dia 1

Como fruto do nosso intercâmbio aqui, em São Paulo, com alunas estadunidenses que estão fazendo um curso de Business na Fundação Getúlio Vargas, consolidamos nossa intenção de escrever, durante esta semana, sobre coaching. Várias serão as dicas e assuntos para que qualquer carreira possa ser alavancada – algo que, infelizmente, as faculdades de Direito não dão, sequer, o norte para seus pupilos.

Como a Prof. Jessica Sombra tem a intenção de revolucionar o estudo jurídico no Brasil (sim, nós temos essa pretensão, e sim, nós conseguiremos), a importância de dar dicas de carreira não carece de mais delongas… A ver!

Para o Prof. Carlos Hilsdorf*, antes de tudo e qualquer coisa, tem-se de:

1 – Conservar a humildade

Segundo o autor, há uma verdadeira confusão entre prezar pela humildade e confundir tal ação com subserviência ou inferioridade. É mister dizer que ser humilde tem muito mais relação com o respeito, à dignidade e ao autoconhecimento. Não se pretende, aqui, anular todas as experiências e láureas tidas por alguém. Apenas se sabe que, por maior que seja o fluxo de informações e conhecimento atual, o que apreendemos é muito pouco em face do que ainda temos de incorporar. O Prof. Hilsdorf é claro ao dizer que “ser humilde não é acreditar que somos menos do que os outros; ser humilde é saber que não somos mais que ninguém”. Ditas palavras vão de encontro com o caráter elitista e, por vezes, esnobe, da graduação de Direito, Medicina, Engenharias, tidas como profissões-vitrines. Hoje é um ótimo dia para começar a ser humilde!

2 – Desenvolver atitudes vencedoras

Considerando que a vida é uma verdadeira estrada com bifurcações, muitas são as alternativas que se nos aparecem. Conformar-se e, simplesmente, abster-se de escolher, ativamente, é escolher passivamente aquilo que os outros já se deram ao trabalho de selecionar. Observa-se que as escolhas tem o condão de limitar ou tolher nossos potenciais. Logo, primar por aquelas que consubstanciam-se no nosso crescimento e autorrealização é quase um dever para consigo mesmo. O psicólogo William James afirmou que: “a maior descoberta de minha geração é que qualquer ser humano pode mudar sua vida mudando sua atitude”. Alguém poderia resumir o parágrafo com a simples constatação: é necessário transformar as dificuldades em oportunidades. Quais os desafios para hoje?

3 – Ser organizado

Eis uma tarefa que não está no rol das mais fáceis. Começar a organizar coisas é como deixar nossos sonhos, vontades e aspirações em ordem, utilizando inúmeros critérios, entre os quais se encontra a prioridade. Palavra da vez: planejamento. Como disse o Prof. Hilsdorf, “quando começamos a organizar as coisas, estamos começando a desenhar nosso sucesso”. Antes de perguntar-se qual seria a melhor maneira de efetuar a atividade, deve-se perguntar o que há para ser feito; qual a urgência para sua realização, definindo e criando um quadro de prioridades. O próprio escritor inglês Charles Dickens confidenciou: “eu nunca poderia ter feito o que fiz sem os hábitos da pontualidade, ordem e aplicação, e sem a determinação de me concentrar em um assunto de cada vez”. Assim, o que vamos fazer primeiro?

4 – Manter o foco

Sem saber o que se quer e onde se quer chegar, mais tortuoso torna-se o caminho para o rol dos bens sucedidos. O Prof. Hilsdorf é enfatático ao dizer: “se um navio errar um grau em sua rota, poderá chegar ao continente errado. (…) Focar é fazer que toda a nossa energia e concentração estejam direcionadas para o alvo”. Não raro, ouve-se dos parentes para que “nos orientemos”. É essa a ideia. Unir os esforços para um fim comum, tendo em mente, em clareza meridiana, quais são os nossos objetivos e o caminho a ser trilhado para chegar até lá, com dificuldades.

5 – Ter disciplina

Ninguém nasce com a consciência de que é preciso persistir para que as coisas se concretizem. Disciplina é uma questão de hábito e, como todo costume, é com o exercício cotidiano que se incorpora à nossa vida. Na magistral observação do Prof. Hilsdorf, a disciplina nos permite: a) evoluir em todas as barreiras e dificuldades aparentemente intransponíveis; b) compreender o valor das pequenas atitudes mantidas ao longo do tempo; c) ampliar nossas habilidades e conhecimentos; d) vencer a nós mesmos e nossas dificuldades físicas, mentais e espirituais. As experiências demonstram que a vida costuma laurear os disciplinados. Hora de empeçar!

  • O Prof. Carlos Hilsdorf é economista, pós-graduado em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, é autor de livros, consultor de empresas e pesquisador do comportamento humano, assim como a Prof. Jessica Sombra.

– Nosso projeto #CCC é uma forma de despertar nos alunos de Direito e demais áreas, a necessidade de construir um conhecimento que permita uma qualidade de vida e de carreira. Escolhemos a rede Starbucks por representar ideais que coadunam com aquilo que defendemos.

Foto: Prof. Jessica Sombra

#ExameDeOrdem – É Sempre Tempo de Recomeçar – #OAB – #ProfJessicaSombra

Quando a vontade de desistir passa a ser uma opção, minando os nossos sonhos, chega a hora de prestar atenção na direção dos ventos e ajustar as velas.

Quando ninguém acredita que você é capaz, é hora de redobrar os esforços e mostrar que todos estavam errados.

Quando a dor de uma batalha perdida parece pôr a guerra a perder, é hora de lembrar que um bom guerreiro tem os pés no chão e a cabeça no infinito.

Quando as tentativas são muitas e tudo parece conspirar contra você, é chegado o momento de… RECOMEÇAR! Desejamos força aos nossos alunos e informamos que estaremos de plantão no FMB para auxiliá-los nos recursos. FORÇA, SEMPRE!

Parabéns para você, que tem um sonho. Que não desiste, apesar do que falam. Que não se abala, apesar do medo. Que sente uma fraqueza interna, mas caminha com passos firmes. Que fica tonto, mas não desmaia. Que apesar de cada pedra no caminho, corre. Que reclama dos problemas, mas entende que a vida é feita deles. Que tenta entender o defeito alheio – e procura perceber os seus.” (Clarissa Correa)

Kelsen, para que te quero? – Teoria Pura do Direito?!

Eu não sou positivista! Precisava começar com isso. Desde meus tempos de graduação que, uma coisa é certa: não se lê mais Kelsen nem em Viena, considerado seu local de nascimento! Contudo, não é por isso que devemos fechar as portas do conhecimento àqueles que o buscam. Vamos tragar um pouco de positivismo?

PS.: Não esqueçam de vomitá-lo, depois.

  • O Direito Positivo seria composto por normas impostas por seres humanos, quer por meio de atos voluntários, através de costumes (sim! Kelsen disse isso!) e não por meio de quaisquer autoridades sobre-humanas como as divindades.

  • Prescrições estabelecidas por e para seres humanos. Uma conduta humana que, em grande parte das vezes, possui força coercitiva organizada – ou outorga-lhes poderes para tal.

  • As normas que constam de tal sistema de regras devem ser efetivas, com total cumprimento.

A natureza das normas, de acordo com o filósofo de Viena, é dogmática.

Kelsen defendia a sociologia empírica, acreditando que esta seria capaz de explicar as normas ou ordens feitas por homens e para homens sem que houver qualquer pretensão a uma fundamentação metafísica ou de direito natural.

A ideia de Kelsen era hipótese válida, cientificamente falando, não fosse pelo fato de ferir de morte a característica deontológica do Direito: as Ciências Jurídicas tratam do dever-ser e não do comportamento que, de fato, os tutelados tem frente às normas já existentes.

A Teoria Pura do Direito constitui verdadeira Teoria da Dogmática Jurídica.

O dever-ser de Kelsen requer uma prévia fundamentação intrassistemática: a conhecida pirâmide de Kelsen. A validade de uma norma, assim, irá depender da validade jurídica de uma norma que a preceda, em termos até de hierarquia, na teoria da norma fundamental.

É evidente que chega ao ponto em que as interações de validade entre as normas topam em um limite. No dizer de Cretella Jr.: “Essa interação contínua de relações de validade atinge, entretanto, um limite. Este reside onde, sem autorização jurídica, uma pessoa ou um grupo de pessoas ‘toma o poder’ – de maneira típica, como através de uma revolução ou um golpe de Estado – e convoca, por exemplo, um conselho ou assembleia constituinte”. Aí é que está: para que haja uma interpretação de todo um sistema válido de normas, supõe-se que algo o fundamentou, com aquela velha sensação de fundamentar ad infinitum. Um ato fático apoiando-se numa autorização. Foi assim que ocorreu a Kelsen a existência da Norma Hipotética Fundamental ou NHF.

Em verdade, com a própria NHF, Kelsen caiu em contradição, pela natureza de “ordem superior” que em nada combinava com o positivismo jurídico ou com a Teoria Pura do Direito. O próprio Horst Dreier afirmou que o positivismo jurídico de Hans Kelsen não se presta como justificativa para o direito positivo.

E o leitor? Continua com o positivismo da graduação?

Dois Ouvidos e uma Boca – O #Jurista é um Bom Ouvinte?

Muito mais comum é encontrarmos pessoas que falam quase que sem parar, como se estivessem vomitando sentimentos e ideias que alguém com preparo (sim, não se trata de dom) para ser um ouvinte ativo.

Bons ouvintes tem o condão de deixar as pessoas muito mais impressionadas, positivamente falando, que aqueles palestrantes de esquina. A prova é tanta que, como crítica, sempre se escuta: “ele fala demais; ele fala pelos cotovelos”. Alguém já recebeu uma crítica do tipo: “ele ouve demais”? Não! E assim, vale o provérbio de que, nós temos uma única boca e dois ouvidos para que sejamos mais ouvintes que falantes.

Em pesquisas realizadas por Pease & Pease, dados apontam que cerca de 40% das pessoas procuram um consultório médico pela inexistência de alguém que as ouça, e não por eventual enfermidade.

A importância de ouvir bem é assunto que enriquece e dá guarida a todos os segmentos profissionais. No dizer de Pease & Pease, “clientes furiosos, funcionários insatisfeitos e amigos chateados geralmente querem alguém que preste atenção nos seus problemas”.

Ser bom de conversa, na realidade, é ser um bom ouvinte. Não é tarefa fácil, considerando que o nosso pensamento é três vezes mais rápido que a nossa capacidade de ouvir. Logo, sentimos uma ânsia maior de externar nossos pensamentos que ouvir o que o outro tem a nos ensinar.

De acordo com Pease & Pease, as regras que citaremos são tidas como as de ouro no tangente ao conceito de bom ouvinte.

1 – Ouvir de forma ativa

Ouvir ativamente requer uma espécie de encorajamento por parte de quem escuta para com quem está falando. Parafrasear o que o outro diz é um modo de demonstrar que a mensagem que foi transmitida pelo locutor foi perfeitamente compreendida pelo interlocutor. Uma ótima dica é começar com a partícula “você”, na paráfrase.

Ex.:

  • Não sei mais o que faço com as minhas ações. Estão com o valor a despencar.

  • Você, então, está com sérias dúvidas sobre como administrar sua carteira de ações.

Se, mesmo prestando atenção, você, ouvinte, tiver dúvidas sobre o teor da conversa, acrescente a expressão “não é?” no final de sua frase.

2 – Aposte no poder das curtas expressões que encorajam

Você, profissional, será sempre procurado para resolver algum problema, independente da natureza. Assim, é compreensível que algumas pessoas possuam dificuldades várias ao tentar tocar em assuntos como divórcios, adoção, reconhecimento de paternidade, indenizações etc. Expressões que abrem as portas no processo de comunicação: “Entendo…”; “É verdade…”; “É mesmo?” etc. Segundo as pesquisas, o êxito que se tem com a aplicação desta técnica é de chegar a triplicar as informações ou declarações fornecidas pelo locutor em questão.

3 – Firmeza no contato visual

Se prestarmos atenção, alguns filmes satirizam patologias em que o paciente não suporta ser encarado, enquanto conversa. A mensagem das entrelinhas é de que não gostar de manter contato visual, durante o diálogo, é uma exceção. Inclusive, imitar o olhar de quem nos fala é forma de criar empatia (isso corresponde a “olhar na mesma direção”).

 

4 – Inclinar-se na direção do locutor

Quando se trata de linguagem corporal, mentir é tarefa para profissionais, acredite! Uma das reações mais conhecidas que se consubstanciam nos gestos é afastar-se, durante a conversa, de pessoas de quem ou por quem não temos interesse. Um bom ouvindo faz o caminho inverso: inclina-se, pois sabe como é importante que o outro perceba, ainda que inconscientemente, que há interesse no tema da conversa.

 

5 – Procurar não interromper ou mudar de assunto

Há sempre aquele impulso para que desviemos ou mudemos o curso da conversa, incluindo a temática, interrompendo quem fala. Isso está terminantemente abolido de sua prática!

No mais, nunca subestime o poder das dicas supracitadas. Incorporá-las ao nosso cotidiano é puro exercício e boa vontade de melhorar-se. Experimente, faça anotações e constate as significantes melhorias que se tem ao tornar-se um bom ouvinte, um ouvinte ativo.

Em comemoração às mais de 2.000 visitas em menos de 1 mês! Com 29 postagens até o dia de hoje, desde 20.04.2011

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