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Mais uma xícara do melhor café do mundo com pontos sobre atitudes determinantes para qualquer carreira e mercado. Nosso projeto “Coaching com Café” foi realizado na cidade de São Paulo, com estudos da FGV e análises feitas na Starbucks, como paradigma.

21 – Praticar a empatia

Ser alfabetizado é algo que ultrapassa a esfera da aprendizagem escolar e repousa, outrossim, no conceito da inteligência emocional, somada a maturidade e experiências de relacionamento. A grosseria é um sinal de analfabetismo emocional que fere e deixa uma cicatriz que perpetuará uma espécie de “primeira impressão”. Como ensina o Prof. Carlos Hilsdorf, “uma das maiores características da inteligência emocional é a capacidade de exercitar a empatia, ou seja, compreender o que o outro está vendo e sentindo – da perspectiva dele, não da nossa”. Isso não quer dizer que nos colocaremos sempre no lugar do outro. A questão é ver o problema sob o prisma do outro, com os valores e crenças que fazem parte do próximo, exercitando a compreensão. A empatia requer o entendimento da dinâmica da ação x reação sob a força dos valores, das crenças, das experiências e vivências do outro. Sendo empáticos, geramos reciprocidade nas relações interpessoais.

22 – Contagiar com bom humor

O humor, usado de forma inteligente, jamais é forçado ou artificial, gerando tensões. O bom humor é aquele que nos dá a graça e a leveza do ser, a alegria e a força de arrancar sorrisos das pessoas, ainda que nas situações mais complexas ou apressadas do cotidiano. Na visão do Prof. Hilsdorf: “a prática do bom humor reduz o estresse negativo, colabora com a autoestima e diminui as tensões no trabalho e na vida pessoal. Quanto mais focadas em resultado se tornam as empresas, mais elas procuram atrair talentos bem humorados. Eles energizam as outras pessoas e estimulam o pensamento inovador. A maioria dos bem humorados encontra respostas mais rápidas e originais.”. O bom humor parece irrigar o cérebro a ponto de estimular e propiciar ótimas ideias e um ambiente de trabalho demasiadamente agradável.🙂

23 – Ampliar suas forças

Que todos temos nosso “calcanhar de Aquiles”, já sabemos. E se conseguíssemos extrair de nossas próprias fraquezas a força necessária para os desafios que se nos surgem? Peter Drucker sempre dizia que devemos treinar nossos pontos fortes a fim de que os mesmos se tornem ainda mais fortes. Logo, não se trata de focar nas fraquezas, e sim, fazer com que nossas qualidades, virtudes, competências, talentos fiquem, a cada dia, mais em evidência.

24 – Diminuir seus pontos fracos

Ainda que a maior parte da atenção seja voltada para nossos pontos fortes, não se deve olvidar aquilo que nos deixa fracos, cabendo a nós a difícil tarefa de atenuá-los. Afirma o Prof. Hilsdorf que “podemos e devemos fortalecer as competências que já possuímos e adquirir outras importantes que ainda nos faltam. Nunca teremos todas as competências, e as que possuirmos nunca estarão todas no mesmo nível; o que importa é o saldo positivo na avaliação de nossas forças e fraquezas”. Hora de colocar tudo na balança!

25 – Apaixonar-se pela vida e pelo trabalho

Quando nos apaixonamos por alguém, os pontos positivos estão em um melhor ângulo que qualquer coisa negativa que possa vir como defeito. Quem é apaixonado pelo modo que vive e trabalha é apaixonante! A motivação e o entusiasmo de profissionais contagiam clientes, superiores, fornecedores etc. Viver e trabalhar, amando o que faz, implica dizer que, mesmo as dificuldades são vistas como degraus para a evolução. Ao ser apaixonado pela vida e pelo trabalho, sem qualquer reserva, você deixará seu entorno mais agradável.

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