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Posts tagged ‘CCC’

#CCC #ProfJessicaSombra – #Coaching com #Café – Dia 5

Mais uma xícara do melhor café do mundo com pontos sobre atitudes determinantes para qualquer carreira e mercado. Nosso projeto “Coaching com Café” foi realizado na cidade de São Paulo, com estudos da FGV e análises feitas na Starbucks, como paradigma.

21 – Praticar a empatia

Ser alfabetizado é algo que ultrapassa a esfera da aprendizagem escolar e repousa, outrossim, no conceito da inteligência emocional, somada a maturidade e experiências de relacionamento. A grosseria é um sinal de analfabetismo emocional que fere e deixa uma cicatriz que perpetuará uma espécie de “primeira impressão”. Como ensina o Prof. Carlos Hilsdorf, “uma das maiores características da inteligência emocional é a capacidade de exercitar a empatia, ou seja, compreender o que o outro está vendo e sentindo – da perspectiva dele, não da nossa”. Isso não quer dizer que nos colocaremos sempre no lugar do outro. A questão é ver o problema sob o prisma do outro, com os valores e crenças que fazem parte do próximo, exercitando a compreensão. A empatia requer o entendimento da dinâmica da ação x reação sob a força dos valores, das crenças, das experiências e vivências do outro. Sendo empáticos, geramos reciprocidade nas relações interpessoais.

22 – Contagiar com bom humor

O humor, usado de forma inteligente, jamais é forçado ou artificial, gerando tensões. O bom humor é aquele que nos dá a graça e a leveza do ser, a alegria e a força de arrancar sorrisos das pessoas, ainda que nas situações mais complexas ou apressadas do cotidiano. Na visão do Prof. Hilsdorf: “a prática do bom humor reduz o estresse negativo, colabora com a autoestima e diminui as tensões no trabalho e na vida pessoal. Quanto mais focadas em resultado se tornam as empresas, mais elas procuram atrair talentos bem humorados. Eles energizam as outras pessoas e estimulam o pensamento inovador. A maioria dos bem humorados encontra respostas mais rápidas e originais.”. O bom humor parece irrigar o cérebro a ponto de estimular e propiciar ótimas ideias e um ambiente de trabalho demasiadamente agradável. 🙂

23 – Ampliar suas forças

Que todos temos nosso “calcanhar de Aquiles”, já sabemos. E se conseguíssemos extrair de nossas próprias fraquezas a força necessária para os desafios que se nos surgem? Peter Drucker sempre dizia que devemos treinar nossos pontos fortes a fim de que os mesmos se tornem ainda mais fortes. Logo, não se trata de focar nas fraquezas, e sim, fazer com que nossas qualidades, virtudes, competências, talentos fiquem, a cada dia, mais em evidência.

24 – Diminuir seus pontos fracos

Ainda que a maior parte da atenção seja voltada para nossos pontos fortes, não se deve olvidar aquilo que nos deixa fracos, cabendo a nós a difícil tarefa de atenuá-los. Afirma o Prof. Hilsdorf que “podemos e devemos fortalecer as competências que já possuímos e adquirir outras importantes que ainda nos faltam. Nunca teremos todas as competências, e as que possuirmos nunca estarão todas no mesmo nível; o que importa é o saldo positivo na avaliação de nossas forças e fraquezas”. Hora de colocar tudo na balança!

25 – Apaixonar-se pela vida e pelo trabalho

Quando nos apaixonamos por alguém, os pontos positivos estão em um melhor ângulo que qualquer coisa negativa que possa vir como defeito. Quem é apaixonado pelo modo que vive e trabalha é apaixonante! A motivação e o entusiasmo de profissionais contagiam clientes, superiores, fornecedores etc. Viver e trabalhar, amando o que faz, implica dizer que, mesmo as dificuldades são vistas como degraus para a evolução. Ao ser apaixonado pela vida e pelo trabalho, sem qualquer reserva, você deixará seu entorno mais agradável.

#CCC #ProfJessicaSombra – #Coaching com #Café – Dia 3

Pedimos perdão pela ausência de post, ontem. Tal questão foi inviabilizada pelo fato de termos passado o dia inteiro na estrada, a caminho da cidade de Araraquara/SP. Assim, o projeto “Coaching com Café”, da Prof. Jessica Sombra, terá continuidade a partir daqui.

11 – Aprender a trabalhar em equipe

O Prof. Hilsdorf faz a excelente observação de que uma verdadeira equipe trabalha por meio da cooperação e interdependência entre seus membros, a fim de que o resultado maior seja atingido. É fato que, não raramente, nosso trabalho demanda que nos relacionemos com pessoas de quem não gostamos ou com quem não temos o mínimo de afinidade. Eis, justamente, o desafio de se trabalhar em equipe: lograr êxito, por meio da competência, profissionalismo, comprometimento, disciplina, independente de qualquer afinidade com os demais membros da staff. Nas palavras do Prof. Hilsdorf, “jogadores geniais ganham jogos, ao passo que verdadeiras equipes ganham campeonatos”. Considerando que ser bem sucedido é um esporte, que tal começarmos a praticar agora mesmo?

12 – Exercer a tolerância

Há um paradoxo na vida que trata exatamente do fato de que, por sermos seres gregários, necessitamos da compreensão dos demais. E o entendimento daqueles de quem mais precisamos é, justamente, o que menos temos. Mister se faz ser tolerante consigo e com o próximo. É dessa forma que a coexistência é efetivada, respeitando-se as diferenças de cada qual. Felizes são os dizeres do Prof. Hilsdorf ao asseverar que “a tolerância é o exercício simultâneo do amor, da humildade e da paciência”. Quem disse que é impossível fazer tudo isso de uma só vez?

13 – Aprender a cooperar

Os bons resultados obtidos através do cooperativismo só corroboram nossa tese de que unir esforços em prol de um objeto comum continua sendo das estratégias mais válidas. O sentimento de cooperação, como todos os pontos aqui discutidos, também carece de prática. Cooperar é utilizar as dificuldades como degraus para o melhoramento, é não permitir que, aquilo que separa a equipe, destrua o que a une.

14 – Demonstrar esforço extra

Ser bom é querer sempre ser melhor ainda, é trabalhar no esforço adicionar, superar a si mesmo, surpreender com uma dedicação que, até o momento, parecia ter-se esgotado. Quando todas as pessoas “comuns” se cansarem, é que começaremos a trabalhar de verdade!

15 – Aprender com as críticas

Não importa se a crítica é construtiva ou destrutiva. Nossa missão é aprender com ambas. Mesmo as mais duras observações podem comportar um fundo de verdade. Estejamos, pois, atentos a tudo o que nos é dito. A peneira do bom senso será suficiente para filtramos aquilo que servirá de aprendizado. Por mais negativo que seja, no fim das contas, continua sendo uma espécie de feedback. Seja grato da mesma forma! Assim se comportam os campeões!

Foto: Prof. Lucilene Cury, de Comunicação Social, da USP e Prof. Jessica Sombra.

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